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Perguntas frequentes.

Abrir uma empresa no Ceará demora entre 30 e 45 dias. O prazo pode parecer longo, mas é menor que a média nacional de 80 dias, observada em estudo recente do Banco Mundial, para que o empreendedor consiga formalizar um negócio. O prazo atual é ainda melhor, se comparado aos 145 que demoravam antes da informatização dos processos, iniciado em 2016 pelo Governo cearense. A redução do tempo é de aproximadamente 80%. Ainda assim, segundo a presidente da Junta Comercial do Estado do Ceará (Jucec), Carolina Monteiro, o prazo ideal seria de até cinco dias.

Para começar um novo negócio, é preciso ter bem mais do que uma idéia em mente.

Abrir um negócio passa, antes de tudo, pela reunião de todos os documentos que serão necessários para o processo. Ter tudo em mãos é fundamental para evitar atrasos em qualquer das etapas. Isso garante que se cronograma seja mantido e os planos para o negócio não sejam comprometidos e precisem ser reformulados.

Para Registro na Junta Comercial

Esse é o primeiro passo para abrir um novo negócio. Esse registro funciona como uma espécie de Certidão de Nascimento de pessoas jurídicas e é fundamental para a expedição de outros papéis exigidos para a formalização de um empreendimento. Para consegui-lo, é preciso se dirigir à sua respectiva Junta. Microempreendedores Individuais podem obter uma versão temporária do documento, válida por 180 dias, diretamente no Portal do Empreendedor.

É importante verificar se o nome que você pretende registrar já não existe ou se há alguma limitação à nomenclatura que você almeja. Isso pode ser feito através dos sites das próprias Juntas Comerciais através da VIABILIDADE, consulta previa de adequabilidade de nome e endereço.

Para obter o Registro na Junta Comercial, no entanto, é necessário apresentar uma série de outros documentos. É importante verificar se há alguma especificidade para sua região. Mas, via de regra, os documentos são:

-Requerimento Padrão (Capa da Junta Comercial), em uma via;
-Contrato Social ou Requerimento de Empresário Individual ou Ata de Assembleia Geral de Constituição e Estatuto, em uma única vias;
-Cópia autenticada do documento de identidade do titular ou dos administradores;
-FCN (Ficha de Cadastro Nacional) modelo 1 e 2, em uma via;
-Pagamento de taxas por meio de Guia de Recolhimento.
O CNPJ é automaticamente criado, após deferimento de processo na Junta Comercial.

Inscrição Municipal

Registro na prefeitura do município onde seu negócio estará sediado.

Alvará de Funcionamento

Também solicitado na prefeitura, geralmente junto do pedido de inscrição municipal.

Inscrição Estadual

Empresas dos setores do comércio, indústria e serviços de transporte intermunicipal e interestadual, de comunicação e de energia devem fazer esse registro, para obtenção da inscrição no ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços).

Cadastro na Previdência Social

Em no máximo 30 dias após o início oficial de suas atividades, toda empresa deve se cadastrar na Previdência, para pagar tributos, mesmo que não tenha funcionários.

Questões fiscais

Por fim, é preciso solicitar autorização à prefeitura e estado para emitir notas fiscais e autenticação de livros fiscais. Isso é fundamental para a empresa operar legalmente.

Toda empresa precisa de contador.

Regularizar o CNPJ de uma empresa é muito importante. Ainda que obrigatório por lei, muitas vezes isso é ignorado. Você tem dúvidas a respeito deste tema? Então, confira a seguir como é possível formalizar e regularizar o CNPJ de uma empresa no Brasil!

Sua empresa pode possuir diversos clientes, mas isso não significa que ela esteja totalmente dentro da lei. Para isso, é preciso que o CNPJ esteja regularizado porque somente dessa maneira a empresa realmente existe. Mesmo assim, muitos empresários não acreditam que a regularização traz vantagens, achando que se trata de apenas uma burocracia. É o seu caso? Então, saiba que regularizar sua empresa oferece vantagens como:

Maior facilidade para operar

Ao regularizar o CNPJ de uma empresa, você passa a contar com facilidades operacionais como o fato de poder abrir uma conta para pessoa jurídica ou emitir nota fiscal. Assim sendo, você encara muito menos dificuldades para atender às necessidades específicas de cada cliente e consegue ter uma gestão muito mais eficiente.

Mais confiança entre os clientes

Se o cliente receber uma nota fiscal, ele certamente irá levar o trabalho da sua empresa muito mais a sério. Com isso, a regularização do CNPJ da sua empresa garante que ela ganhe o ar profissional que ela merece e, de quebra, a maior confiança do consumidor.

Maior acesso ao crédito

Estar com o CNPJ em dia também facilita o acesso ao crédito, como um financiamento para fazer aquela reforma ou para expandir o seu negócio. Isso se deve ao fato de que, sendo uma pessoa jurídica, você pode dar algumas garantias que não é capaz enquanto pessoa física, facilitando a obtenção do dinheiro.

Menor risco de problemas com fiscalização

Quer coisa melhor do que chegar à sua empresa e não ter medo que, a qualquer momento, a fiscalização bata à sua porta? É exatamente isso que acontece quando você formaliza e regulariza o CNPJ: como sua empresa está cumprindo todos os requisitos legais, você não corre o risco de se ver frente a problemas diversos com a fiscalização.

Como regularizar o CNPJ de uma empresa?

O CNPJ é expedido pela Receita Federal e, portanto, sua regularização também é feita por esse órgão. Inicialmente, você precisará fornecer documentos pessoais e também de identificação da sua empresa. Também precisará fazer o levantamento de débitos com a Prefeitura, com o Estado e com o Governo Federal.

Dependendo do tempo em que a empresa ficou exercendo a atividade de maneira não regularizada, esse processo pode te causar muita dor de cabeça. Para evitar essa situação, o ideal é contar com um bom profissional de contabilidade que, além de ajudar a reduzir a burocracia, irá te orientar sobre tudo o que deve ser feito.

A regularização do CNPJ de uma empresa é fundamental. Não apenas para garantir vantagens operacionais, mas também para evitar graves problemas com o Fisco, como a sonegação de impostos. Para conseguir realizar esse processo do jeito certo, entretanto, procure um bom profissional contabilista para que sua situação passe a ser impecável.

Quando se fala em custo de um funcionário para uma empresa, é comum achar que o gasto limita-se apenas ao salário que o empregado receberá todo mês. Se ele ganha R$ 2.000, a companhia desembolsa apenas esse valor, certo? Errado. Para a instituição que contrata o trabalhador, há uma série de benefícios, encargos e obrigações que aumentam esse gasto.

O número é o resultado de uma pesquisa da FGV (Fundação Getúlio Vargas) em parceria com a CNI (Confederação Nacional das Indústrias). O estudo mostra que o salário corresponde a cerca de 32% do custo do funcionário para a empresa — no caso de um vínculo de 1 ano. O restante é resultado da grande quantidade de impostos e atribuições aplicadas aos empregadores e trabalhadores.

Como fazer essa conta

É preciso considerar os gastos diretos da contratação, que são aqueles pagos diretamente para o contribuidor — salário e benefícios —, e custos indiretos, que a companhia paga ao governo — encargos sociais exigidos por lei. Os benefícios vão variar de acordo com a categoria profissional.

Vale-transporte e auxílio-alimentação

O primeiro gasto da companhia para além do salário está no vale-transporte, que é usado para o funcionário chegar ao local de trabalho. Utilizando o preço médio da passagem nas capitais brasileiras como R$ 4,50 e imaginando que ele precisa de dois transportes diferentes para ir e mais dois para voltar nos 22 dias do mês, soma-se ao salário um total de R$ 391,60.

O funcionário arca com 6% da remuneração, que será descontado na folha de pagamento. O restante quem paga é a empresa. Quanto menor o salário, mais pesado é esse custo com transporte. Se o colaborador ganhasse o dobro, o gasto seria mais ou menos o mesmo. Representativamente, ele é maior para os trabalhadores de rendimento menor.

Para algumas categorias, o auxílio-alimentação é determinado pelo sindicato em convenção coletiva. No exemplo usamos, o ticket diário é de R$ 16,44. Multiplicado por 22 dias, o valor chega a R$ 361,68. O trabalhador paga por 20% desse valor, restando para a empresa o total de R$ 289,34.

A companhia também deve arcar com outras obrigações decorrentes de convenções coletivas, como plano de saúde, seguro de vida, contribuição ao programa de qualificação. Ao todo, esses acordos custam cerca de R$ 65.

Encargos sociais

Quando a empresa contrata um funcionário, ela deve pagar 37% do valor do salário líquido com os chamados encargos sociais: 29% correspondem à contribuição ao INSS. Para um salário de R$ 1.000, isso significa R$ 290. Outros 8% são destinados ao FGTS. Ou seja, R$ 80 somados ao rendimento que usamos como base.

Também é necessário pensar em gastos periódicos, mas que não acontecem todo mês: os principais deles são os pagamentos de férias e 13º salário. Na prática, é como se você tivesse que arcar com 8,33% mensalmente para chegar a 100% no final de 12 meses. O pagamento do 13º salário acrescenta mais R$ 83,30. Já as férias correspondem ao mesmo valor, com o adicional de 1/3, ou seja, mais R$ 110,10.

Outros custos

Supondo que a empresa custeie os uniformes dos funcionários, podemos acrescentar cerca de R$ 80 para cada trabalhador. Outras estimativas devem ser levadas em conta, como afastamento por licença-maternidade ou licença-paternidade, que correspondem a 1% — ou a ausência por doença ou acidente de trabalho, que também soma 1% no custo. Também deve ser acrescido 3,5% de encargos em cima dessas cobranças.

A companhia deve estar preparada para lidar com imprevistos e contar com esses custos antecipadamente. Afinal, é melhor se prevenir de qualquer adversidade.

Custo final de um funcionário

Somando todos os benefícios obrigatórios e encargos sociais, o custo de um funcionário que recebe um salário de R$ 1.000 é de R$ 2.514 para a empresa.

É importante ressaltar que esse número não é proporcional: mesmo que o salário dobre, alguns gastos, como vale-transporte e auxílio-alimentação, continuam os mesmos. Fazendo esse mesmo cálculo com um rendimento de R$ 2.000, o custo para a organização chega a R$ 4.205.

Para micro e pequenas empresas, o resultado final também é diferente. Caso a companhia opte pela sistemática do Simples Nacional, ela poderia ser isenta da contribuição ao INSS, fazendo o valor final chegar a R$ 2150, tendo como base um salário de R$ 1.000.

A conta, é claro, só funciona caso em que tudo dá certo: se acontecer um acidente ou se o funcionário for demitido, há outros encargos — despesas com demissão, treinamento de um novo colaborador e mais gastos que são difíceis de mensurar.

Legislação trabalhista

O Brasil conta com uma legislação trabalhista complexa. “Infelizmente, ainda temos cenários de trabalhadores desprotegidos em algumas categorias e situações. Por isso, é necessário que existam leis que protejam esses funcionários”, explica o professor Bruno Araújo.

Por outro lado, fica claro que o custo alto é um dificultador para o empresariado pensar em investir em pessoal e contratar mais gente, já que os encargos são grandes e o gasto com mão de obra é muito alto.

Importância do orçamento de RH

Agora que você conferiu todos os custos que um colaborador pode ter para a empresa, é possível entender a importância de possuir uma estrutura de orçamento dentro de um Departamento Pessoal e de Recursos Humanos.

Garantimos o sigilo e confidencialidade total de todas as suas informações de cadastro, as suas informações não serão vendidas ou repassadas a terceiros para nenhum fim, elas só poderão ser utilizadas por nós mesmos e pela administração da empresa.

22

Anos

300

Clientes

30

Funcionários

27000

Xícaras de Café

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